04 dezembro 2017

"Débora de Mello"-Entrevista com Escritores

Olá amadinhos! Tudo bem com vocês? Desejo que sim, então meus amores há um bom tempo não trago entrevistas aqui no blog, mas esse mês de Dezembro, estarei trazendo maravilhosas entrevistas, de escritores incríveis aqui no blog. E para dar inicio a entrevistada de hoje é a escritora Débora de Mello.

Vamos lá saber mais sobre ela?



Qual foi a primeira coisa que escreveu? (pode nos dar uma amostra?)
R= Um livro chamado Metamorfose, que eu acabei perdendo por problemas no computador

-Qual sua relação com os livros, digo como leitor?
R= Apaixonada. Estou sempre lendo, sem passar um dia sem ter um livro em mãos, desde muito pequena.

-Qual seu gênero literário favorito?
R= Suspenses policiais, com certeza

-Sua maior dificuldade como escritora(o)?
R= Os diálogos. É onde sempre me perco, talvez por ser alguém um pouco antissocial, não consiga transmitir diálogos deveras naturais nos meus livros. Pelo menos, eu não gosto tanto deles.

-Sua família sabe que escreve? (Todo mundo quer saber essa parte ha ha)
R= Sabe, mas não posso dizer que se importa tanto. Tirando alguns gatos pingados. kkk

-Já pensou em desistir de escrever?
R= Quem nunca pensou? Diversas vezes. Mas sempre há algo que me coloca para cima de novo: um amigo, uma avalanche de comentários, ou também um wattys e um contrato, como foi meu caso.

-O que você acha que é preciso pra ser um bom escritor(a)?
R= Estudar. Nunca deixar de aprender, de verdade. Estar sempre em busca do que possa ensinar sobre isso, buscar técnicas de escrita e enxugar o que nos serve, para que estejamos sempre agregando algo ao que a gente escreve. O bom escritor está em constate evolução.

-Na sua opinião, qual a principal função do escritor(a)?
R= Pergunta difícil... Acho que de início o que fazemos e colocar para fora as vozes que nos cercam e que só existem nas nossas cabeças, e no fim a gente sempre busca que outras pessoas entendam essas vozes e a história delas tanto quanto nós.

-Qual foi o momento em sua vida que você disse "isso está muito bom! Quero que todos vejam"?
R= Quando comecei a criar coragem de mandar meus escritos para amigos e recebi elogios. Mas acho que o ponto principal, foi quando minha melhor amiga (atualmente, minha namorada), leu e deu a opinião sobre.

-O que você sente enquanto escreve?
R= Leveza.

-O Que você acha de seus leitores?
R= São as melhores pessoas do mundo <3

-O que você de hoje, diria a você de antes?
R= Diria para continuar tentando, porque deu certo.

-Se você pudesse ser um personagem do seu livro, qual seria?
R= Payne Hastings, minha personagem principal. Além de ser linda, é extremamente inteligente.

-Você inspirou-se em alguém para escrever um de seus personagens? um possível amor talvez?
R= Sim! Payne Hastings, citada acima, é inspirada na minha namorada.

-O que e mais difícil escrever o primeiro capitulo ou o ultimo ?
R= O primeiro, sempre. Tudo que vem primeiro é difícil para mim, como parágrafos também. Mas considero ainda mais difícil, o meio.

-De onde tirou inspiração para o titulo?
R= Não sei. É algo que surgiu antes mesmo de saber o que significava. É bem estranho isso e eu nunca sei explicar. Eu mesma só fui entender meu título no meio do livro.

-Qual personagem do livro você gostaria de trazer a realidade?
R= Mais uma vez, Payne Hastings. Apesar de que trazer John Hale a vida, poderia calar a boca dele de uma vez por todas, e esse é um dos meus personagens que mais conversa comigo.

-Se o seu livro fosse adptado par as telonas do cinema, quais atores e atrizes gostaria que desse vida a seus personagens?
R= Zoe Saldanã seria Payne Hastings e Jake Gyllenhaal seria John Hale.

-Qual sensação de publicar um livro?
R= Até mesmo a publicação dentro do Wattpad, seguida da aceitação imediata, foi incrível. Ao assinar contrato com a Skull, me senti ainda melhor. O Riso ainda não está pronto, mas a ansiedade está matando. É um sonho realizado.

-Em qual editora você quer publicar o seu livro? Você já tem isso em mente? 
R= Exatamente na que estou publicando: Skull. Antes de ser aceita por eles, já observava a editora de longe há uns bons meses.

-Vai dedicar /Ou dedicou seu livro a alguém?
R= Sim. Minha namorada. Inclusive, a dedicatória já está escrita há um bom tempo.

-O que você tem achado mais difícil desde que começou a postar seu livro?
R= Acho que manter as publicações constantes de capítulos. As vezes acabo me perdendo, tenho semanas ruins em que não consigo liberar as palavras, então não consigo trazer capítulos sempre.

-Qual a pior e melhor critica que seu livro recebeu?
R= Pior? Hmmm... Eu não me lembro de ter recebido críticas ruins no Riso. A melhor foi com a certeza a do autor Fabiano Jucá. Ele que sempre foi um leitor muito exigente, elegeu meu livro como um dos melhores lidos por ele em 2017, e disse que tenho uma escrita bastante madura. Pulei de alegria por uma semana.

-Acha blogs literários importantes? Qual é a sua visão em relação a eles?
R= Com toda certeza. É o parceiro mais importante do escritor, aquele que pode fazer com que nosso livro alcance mais pessoas, que sempre pode trazer uma outra visão sobre nosso livro. Assim que assinei contrato, a primeira coisa que fiz foi procurar blogs para parcerias. Mas desde o Wattpad, sempre estive atrás de blogueiros para isso.

-Sua opinião sobre a rixa que dizem ter entre escritores e blogueiros?
R= Rixa? Desconheço. Talvez por eu ser bem alienada as tretas do universo literário.

-Como conheceu o blog "Amante dos Livros"?
R= Pelo Wattpad Brasil, no post da Nayara. Mas creio que antes já tenha topado com o blog por aí. Só não sei como ainda não acompanhava.

31-O mercado literário e um pouco dificil, varios gostos e opiniões, desejos diferentes. E um ponto que atualmente e muito debatido e sobre a representatividade. Qual a sua opinião sobre a "representatividade"?
R= Eu trato isso de uma forma um tanto diferente. Para mim, é mais realidade do que representatividade. Se morto num país onde 50% da população é negra, por que todos meus personagens seriam brancos? Se convivo num meio LGBT, e vivo essa causa, porque não trazer para meus personagens? Ainda assim, não é algo que deve ser trazido como cotas. Não coloco uma “minoria” para preencher um espaço. Trago um personagem negro/LGBT ou o que for, sem que isso mude uma história, sem que isso seja o centro de toda a história. O escritor tem que saber usar disso apenas como algo mais na característica e na criação do seu personagem.

-Uma mensagem para os leitores/escritores que estão cada dia entrando nesse meio, e deseja ter seu livro publicado, qual seu conselho a eles?
R= Nunca desistir. Persistir sempre, mas nunca na mesma ideia. Se uma divulgação não deu certo, tente de outra forma. Se uma editora não aceitou seu original, parta para a próxima. Se um comentário foi ruim para ti, pegue dele apenas o que possa acrescentar. E acima de tudo, escreva para si mesmo, o que você gostaria de ler.


Agora vamos conhecer "O outro lado" de Débora de Mello.
-Qual seu passatempo favorito?
R: Difícil escolher, pois meus trabalhos são passatempos de que gosto muito. Mas acho que o que mais gosto é ver séries.

-Se pudesse ser um animal, qual seria?
R: Que difícil kkkk Eu nunca pensei sobre isso, para falar a verdade. Não sei responder.

-Seus cantores/bandas favoritos?
R: No momento: Sia e Lady Gaga

-Uma série que te marcou:
R: Orphan Black

-Um filme que te marcou:
R: As Vantagens de ser Invisível

-Um livro que te marcou:
R: Não Conte a Ninguém – Harlan Coben

-Doce ou Salgado?
R: Salgado

-Dia ou noite?
R: Noite

- Mudaria algo em si mesmo(a)?

R: Minha preguiça kkkk queria ser menos preguiçosa

-O que vem a mente, quando escuta a palavra amor?
R: Katia Lisboa. Apenas esse nome.

- Qual lugar sonha em conhecer?
R: Irlanda.

-Lugar favorito da casa?
R: Minha cama

-O que te faz feliz?
R: Comer kkkk

-O que te deixa triste?
R: Solidão

-O que não pode faltar em uma noite de sábado, ou domingo?
R: Netflix e comida

-Humanas ou Exatas?
R: Exatas

-Qual a matéria é/era a sua favorita na escola?
R: Física

- Matéria que mais detestava?
R: Geografia

-Número da sorte?
R: 8

-Dia da semana favorito?
R: Sexta, eu acho

-O que não nós mata?
R: Minha mãe e minha avó dizem que engorda

-Praia ou campo:
R: Praia

-Chuva ou sol?
R: Chuva

- Suco ou café:
R: Café

-Cerveja ou vinho?
R: Vinho

-Comida favorita?
R: Pizza de sushi, sushi com pizza, sushi de pizza. Se tiver sushi e pizza eu to feliz.

-Uma música que te faz relaxar?
R: Nothing Really Meatters – Mr Probz

-Uma data especial:

R: 04/01

-Eu odeio...
R: Arroz molhado (sopa de arroz, arroz doce, risoto. Etc.)

-Eu amo...
R: Séries e minha namorada. E os dois juntos, também.

-Programa de tv favorito?
R: As séries, muitas séries! Amo séries!

-Você se considera uma pessoa ciumenta?
R: Bastante

-Na escola você era mais nerd ou popular? 
R: Nerd

-Sua fruta favorita? 
R: Manga

-Descreva a sua aparência.
R: Um pouco acima do peso, baixa demais, olhos e cabelos castanhos, e pele tão branca quanto leite.

-O que te faz sair do sério? 
R: Assunto pela metade

-Você é filho(a) único? 
R: Não, tenho duas irmãs mais novas

-Minha família é:
R: Difícil

-Descreva sua personalidade.
R: Criativa, impaciente (bastante), fácil de sair do sério, vario muito de humor, e também vario muito entre preguiçosa e elétrica, quando não consigo ficar sem fazer nada. Sou bastante antissocial e prefiro mil vezes ficar em casa do que estar entre família ou amigos, e talvez por isso eu tenha poucos. Sei que sou mais emocional do que racional, mas no último ano venho tentando mudar isso. Sou ciumenta, carente, e odeio ficar sem alguém com quem conversar. Mesmo assim, ainda tenho meus momentos curtos em que preciso de silêncio.

-Já fez loucuras por amor? 
R: Creio que sim

-Um sonho? 
R: Viver da escrita

-Já passamos da metade do ano de 2017, você já realizou alguma meta que tenha feito para este ano? 
R: Sim, terminar meu livro e conseguir uma editora

-Gosta de cozinhar ou tem dotes culinários? 
R: Gosto sim, e de criar cozinhando, também

-Gosta de praticar esportes? 
R: Não muito, a não ser karatê

-Se defina em uma palavra:
R: Criativa

Quero agradecer a participação da escritora, e pelo respeito e carinho em topar participar da entrevista.






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