18 abril 2018

"Nunca Vou Me Apaixonar"- Resenha


Olá amados! Tudo bem com vocês? Desejo que sim, quem acompanha as redes sociais do blog, notou que houve uma maratona de leitura do livro "Nunca Vou Me Apaixonar", e eu é vários outros blogs participaram, foi maravilhoso e diferente. "Nunca Vou Me Apaixonar" é uma obra da escritora Mari Monni, uma comedia romântica, com uma pitada de hot, a autora conseguiu reunir uma maravilhosa narrativa+ personagens cativantes+ mais o bom humor que somente o amor pode trazer.
































Link : Nunca Vou Me Apaixonar

Confesso que minhas expectativas estavam a mil com essa leitura, porém fui surpreendida ele superou as expectativas, eu me diverti muito com a história de Dante—ai meu Deus eu estou louquinha por ele— ele é aquele tipico cafajeste ambulante, que pega uma aqui e outra acolá, sua vida é de farras e mais farras e sua cama nunca fica fria por muito tempo, porém, sim na maioria das vezes tem um porém, ele não foi sempre assim.

Sim existiu um Dante bobo e apaixonado.... existiu. Será possível ?


Uma das coisas que amei ver nessa obra foi o ponto de vista narrado pelo "mocinho", ter essa visão de como ele se sente, como pensa e como reage em situações, foi o um dos pontos ápice da leitura, a narrativa da Mari é diferenciada, leve, descontraída, mas também é intensa e passa um misto de emoções.



Apesar do seu lado galinha, eu amo a personalidade do Dante, amo essa forma dele ser natural, seu lado cínico, seu lado divertido, decidido e que corre atrás do que quer e de quem quer, ele não mede esforços, e não é de meias palavras.



Um personagem de verdade, "vivo", intenso e maravilhoso de acompanhar, o que o torna apaixonante é justamente seu lado franco e verdadeiro, não esconde o que pensa,  e quando conhece a Clara, a tipica mulher meiga, carinhosa, um pouco ingênua—quem nunca teve esse lado?—. Uma romântica incurável, vê todos os seus planos irem por aguá abaixo quando Dante surge.




Eu simplesmente amo esses dois, são divertidos, alegres, com uma energia e simplicidade incrível, a autora soube moldar personagens maravilhosos e cativantes, personalidades diferentes, jeitos diferentes, ideias e convicções diferentes, porém ambos compartilhando o mesmo desejo, o decorrer do da leitura vemos o amadurecimento de ambos, vemos como os conflitos sendo resolvidos da maneira correta. 



Mas para isso foi um passo de cada vez , é um clichê? Com toda certeza—amo clichês, dão aquela aquecida no peito— porém com a sua particularidade, com suas verdades e ensinamentos, eu  sempre aprendo com minhas leituras e com esse livro não foi diferente.




Me divertir muito, chorei em algumas cenas, um livro gostoso de acompanhar, que faz perde a noção do tempo e faz desejar  está no livro ou viver uma histótia assim, parabenizo a autora, eu com certeza vou acompanhar mais obras dela, um livro arrebatador, divertido e cativante.



 Recomeços, amor, companheirismo, mostra que o futuro é incerto, que as vezes o amor de nossas vidas é a pessoa mais improvável do mundo. 






💙💙Citações Favoritas 💙💙




"Eu não sabia que amar doía tanto. Meus pais são românticos incuráveis que juram que o amor é a melhor coisa do mundo. Os filmes que passam na televisão têm final feliz. Os livros também. Ou seja, somos doutrinados a acreditar que, um dia, simplesmente encontraremos uma pessoa, nos apaixonaremos, casaremos e teremos filhos lindos e inteligentes."



"
Somos constantemente bombardeados com ideias românticas, com ilusões que nos fazem acreditar cegamente que um amor existe. Que para cada um, há uma alma gêmea. E eu, burro e ingênuo, acreditei nessa baboseira. Sim. Porque agora eu tenho certeza de que o amor entre homem e mulher é, na verdade, uma puta mentira. É o que as pessoas querem que você acredite. Tudo culpa da mídia, do capitalismo."



"Fadinha, apesar de brava e nitidamente descontrolada, é muito bonita. Seriamente bonita. Do tipo que faria sucesso em Hollywood e teria vaga garantida como mocinha de comédia romântica. Cabelos muito vermelhos e olhos verdes. Pele clara e sardas por todo seu rosto. A boca grossa e os dentes muito brancos e retos. Não consigo ter muita noção de seu corpo, afinal, seu pijama parece ser, pelo menos, dois números maior do que o que ela usa. As mangas estão dobradas, assim como as pernas da calça. Pelo que consigo notar, ela parece ser pequenininha. Não apenas na altura, mas no tamanho também. Nada de corpão cheio de curvas. Peitos pequenos, bunda pequena, nada o meu tipo."



"
— Ei! — exclamo. — Eu sou limpinho. Não tem necessidade disso.
Seus olhos são como lasers, focados em mim. Ela respira fundo, nitidamente irritada com toda a situação.
— Eu não te conheço e tenho certeza de que a sua boca esteve naquela mulher há pouco tempo. Desculpa esse meu nojinho, mas, quando um homem me beija, eu espero que ele não tenha tido contato com a saliva de mais ninguém nas últimas horas.
O jeito como ela me encara é muito divertido. Uma mistura de raiva e curiosidade.
— Tem razão — concordo. Afinal, não quero discutir com ela. Não só isso: preciso afastar do pensamento o que acabou de acontecer antes que meu corpo reaja de uma forma natural, porém não apreciada no momento. — Obrigado, você salvou a minha vida."

Um comentário:

  1. Que linda, flor! Muito obrigada por essa excelente resenha! Fico feliz que tenha lido e curtido o Dante e a Fadinha. Te vejo no do Lucca. ;)

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